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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Artistas Falam Sobre a Relação Entre o Universo Gospel e o Secular

Alguns artistas, bandas e cantores, principalmente no cenário internacional, deram início às suas carreiras no universo gospel, posteriormente, fazendo um cross over, ou seja, atravessando para o mundo secular.

Katy Perry e os saudosos Elvis Presley e Whitney Houston são alguns exemplos daqueles que aderiram a este tipo de "migração" musical.

Para muitos cristãos, esta mudança representa uma transição radical, princilamente por considerarem a música gospel e a música secular como dois universos distintos.

Alguns admiradores também parecem desaprovar quando um cantor gospel passa a cantar no meio secular e vibram, especialmente no Brasil, quando ocorre a mudança ao contrário, ou seja, quando um artista secular passa a cantar música evangélica.

Músicos e cantores internacionais compartilharam suas ideias e opiniões a respeito da música cristã e secular, além de falaram um pouco sobre seus ministérios e carreiras, por meio de entrevistas concedidas à mídia. Confira, a seguir, alguns depoimentos:

TobyMac, um dos pioneiros na música cristã contemporânea e também um dos primeiros músicos a introduzir o rap cristão em maiores escalas, em entrevista ao Chicago Tribune, revelou seu ponto de vista em relação aos dois gêneros: “Acredito que os muros estão se abaixando entre os gêneros de música em geral, e especialmente na música cristã (...). Existem artistas de hip hop, artistas de rock, de pop, tudo isso dentro do que chamamos de cristão. Parece melhor para mim, se você categorizar a sua música baseado em um destes estilos e estar disponível para o acesso de todos.

Já escrevi muitas canções que não estão obviamente falando de fé. Acredito que tem nuances a serem feitas, e para tudo que fazemos, tem-se um tempo e sabedoria para executarmos o que nos propomos a fazer. Para mim, sim, eu escrevo músicas de todas as conversas que tenho, e nem todas elas podem ser que sejam sobre Deus, mas com a esperança de que Deus esteja nelas.”.

O vocalista principal da banda Skillet, John Cooper, também compartilhou sua opinião sobre o tema, quando entrevistado por um site americano: “Acho que as pessoas são chamadas para diferentes trabalhos, Skillet é uma banda que tem o chamado para cantar para os dois mundos. Mas, ao mesmo tempo Skillet sabe claramente que Deus falou conosco que somos luz na escuridão!”.

Já Rebecca St. James, a cantora que leva consigo um Grammy, compara a música secular e a musica evangélica como a água e o óleo. Ela disse, em entrevista ao site americano, www.varietyattractions.com, que não vai a concertos seculares e que ouve somente músicas cristãs.

Por sua vez, Erica Campbell, que faz parte do dueto Mary Mary, foi questionada pela mídia se, algum dia, faria música secular. Eis aqui a sua resposta: “Eu não saio do gospel. Eu levo o gospel a arenas unortodoxas, o qual Mary Mary foi chamada.” E continua explicando: “Nós já trabalhamos com a Beyonce e Destiny’s Child no primeiro álbum, e foi uma música gospel. Naquela época, a maioria de nossos shows eram com Lil KIm e Snoop Dogg. Estávamos em lugares onde Sisqo cantava ‘thong song’, e logo em seguida entrávamos no palco cantando ‘Shackles’, e então o público ficava de pé com suas mãos erguidas. Eu não sou uma artista de R&B. Eu não sou uma cantora de R&B.”

Em entrevista ao site www.ctkblog.com, o vocalista principal da banda Switchfoot, Joe Foreman, explicou o porquê de suas canções não serem sempre o que chamamos no Brasil de "congregacionais": “Cristo não veio e morreu por minhas músicas, Ele veio por mim. Minhas músicas são uma parte da minha vida. Mas julgando pelas Escrituras eu posso apenas concluir que Deus está muito mais interessado em como eu trato o pobre, o quebrantado e o necessitado do que os pronomes pessoais que uso quando canto. Minha vida será julgada pela minha obediência e não pela minha habilidade de confinar minhas letras nesta faixa musical ou naquela outra. Switchfoot está tentando ser obediente a quem fomos chamados para ser.”.

Já Lacrae fez uma conclusão quando questionado sobre a música cristã e a música secular há um tempo, em uma determinada conferência internacional. Ele disse: “Existe uma divisória sacrado-secular que nos impede de impactar a cultura. Mas cristão é minha fé, e não o meu gênero.”.

Fonte: iGospel

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